sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Poesia Compartilhada .



É uma honra.
És o distinto.
És minha vida interpretar.
Tanta coisa morre, depois do despertar... 
Depois de nada mais estar, e estar!

Pera aí. Nada morre. Nada tem fim.
Apenas deixa de acordar.
Embarca em um sono viagem para outra existência aprofundar.
Nada deixa de estar, apenas se encontra em outro lugar.

E suposto fim, tudo move, pra onde se quer estar.
E assim despertar, que o que vem transparecer o que é amar.
No corpo, encontrar, no peito, desaguar...

Desaguar em um mundo onde se pode amar.
Onde se fecha os olhos e pode se entregar. 
Se entregar no vazio do desconhecido.
No medo de se perder e depois de encontrar sozinho.  

Afinal:

No final, encontrar, que nesse mundo, para estar, é sonhar.
Viajar, sempre estar... e ficar....

Autoria: Simone Cajá e Degaba.
"Pode copiar, mas dê créditos por favor."